Roberto Sant
A santidade falsificada!
A santidade falsificada!
Por Gutierres
Fernandes Siqueira
O falso
santo é uma figura marcante na Igreja Evangélica Brasileira. Vejamos suas
características:
Cita o nome do diabo a cada cinco frases. Se cai da escada foi o diabo quem o derrubou. Se pega trânsito foi o diabo quem o provocou para perturbá-lo. Se alguém olha com cara feia para ele... É o diabo agindo na vida do seu oponente. A visão do falso santo é dualista, pois a força do demônio é proporcional a força de Deus.
É vingativo. Despreza o exercício de misericórdia quando de todos exige uma perfeição inexistente em sua própria vida. Deseja o mal do outro com uma "vestimenta espiritual", ou seja, costuma orar para que Deus "cuide" daqueles que o ofenderam.
Acha tudo pecaminoso. O falso santo normalmente é "santo" em demasia. Tudo é pecado. Nada é puro. Comemorar o Natal? É pecado! Usar maquiagem? É pecado! Tomar banho na praia? É pecado! Jogar bola? É pecado... Ora, quando tudo que eu enxergo é podre pode ser que a minha visão esteja suja. "Para os puros, todas as coisas são puras; mas para os impuros e descrentes, nada é puro. De fato, tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas". [Tito 1.15]
O falso santo é malicioso. Este parágrafo tem ligação com o tópico anterior. Ora, se eu vejo pecado em uma praia será que o problema é realmente a água e a areia ou o meu coração cheio de malícia? Será que a condenação do banho marítimo não é uma forma velada de esconder o descontrole sexual que um simples passeio no litoral revelaria? Assim como o ciúme é uma forma de autocontrole para o sujeito inseguro, assim é o legalismo para um sujeito sem controle.
Só fala de assuntos "espirituais". Certa vez um pastor disse que o único jornal que lia era a Bíblia. Bom, é certo que uma leitura cuidadosa das Sagradas Escrituras não deixa ninguém isolado. "Não rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno" [João 17.15], disse Jesus. Somos como estrangeiro em terra estranha, mas não como ET em outro planeta.
Despreza qualquer atividade cultural como um mal a ser combatido. O falso santo precisa entender que a cultura é uma atividade humana. Não é, em si, nem divina e nem diabólica. Assim, a cultura como um produto humano pode refletir a sua natureza pecaminosa (mundanismo) ou expressar a imagem de Deus em sua vida (graça comum). Cabe discernimento. A questão não é abraçar ou rejeitar toda cultura produzida pelo homem, mas filtrá-la segundo os valores do Evangelho.
Cita o nome do diabo a cada cinco frases. Se cai da escada foi o diabo quem o derrubou. Se pega trânsito foi o diabo quem o provocou para perturbá-lo. Se alguém olha com cara feia para ele... É o diabo agindo na vida do seu oponente. A visão do falso santo é dualista, pois a força do demônio é proporcional a força de Deus.
É vingativo. Despreza o exercício de misericórdia quando de todos exige uma perfeição inexistente em sua própria vida. Deseja o mal do outro com uma "vestimenta espiritual", ou seja, costuma orar para que Deus "cuide" daqueles que o ofenderam.
Acha tudo pecaminoso. O falso santo normalmente é "santo" em demasia. Tudo é pecado. Nada é puro. Comemorar o Natal? É pecado! Usar maquiagem? É pecado! Tomar banho na praia? É pecado! Jogar bola? É pecado... Ora, quando tudo que eu enxergo é podre pode ser que a minha visão esteja suja. "Para os puros, todas as coisas são puras; mas para os impuros e descrentes, nada é puro. De fato, tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas". [Tito 1.15]
O falso santo é malicioso. Este parágrafo tem ligação com o tópico anterior. Ora, se eu vejo pecado em uma praia será que o problema é realmente a água e a areia ou o meu coração cheio de malícia? Será que a condenação do banho marítimo não é uma forma velada de esconder o descontrole sexual que um simples passeio no litoral revelaria? Assim como o ciúme é uma forma de autocontrole para o sujeito inseguro, assim é o legalismo para um sujeito sem controle.
Só fala de assuntos "espirituais". Certa vez um pastor disse que o único jornal que lia era a Bíblia. Bom, é certo que uma leitura cuidadosa das Sagradas Escrituras não deixa ninguém isolado. "Não rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno" [João 17.15], disse Jesus. Somos como estrangeiro em terra estranha, mas não como ET em outro planeta.
Despreza qualquer atividade cultural como um mal a ser combatido. O falso santo precisa entender que a cultura é uma atividade humana. Não é, em si, nem divina e nem diabólica. Assim, a cultura como um produto humano pode refletir a sua natureza pecaminosa (mundanismo) ou expressar a imagem de Deus em sua vida (graça comum). Cabe discernimento. A questão não é abraçar ou rejeitar toda cultura produzida pelo homem, mas filtrá-la segundo os valores do Evangelho.
Roberto Sant
O tempo todo
O tempo passou
Tudo mudou
Envelheci, caminhei, segui
Muitos dos meus amigos morreram
Outros endureceram o coração
Como o coração na mão
Tenho por mim a direção
Entreguei-o ao Senhor meu Deus
Meus dias neste mundo são contados
O homem do mundo e limitado
Nasce, Cresce, Envelhece, Morre
Todos os seres vivos no mundo são iguais
Em vida até a morte
Eu sigo o caminho do Senhor
Sigo suas palavras
Direciona-me pelo Espírito Santo
Arrebato-me em seus ensinamentos
Confio nas promessas de Deus
O homem do mundo enterrei
Esperando no Senhor
A abundancia de tua misericórdia
A consolação do teu amor
E a fidelidade da tua palavra
E a justiça de teu juízo
A espera da eternidade.













